Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon conversa com Gabriela Lima, responsável pela estratégia do BTG Boost Lab, sobre sua trajetória até o venture capital, a evolução do programa criado pelo BTG Pactual e os critérios usados pelo banco para selecionar startups em um mercado cada vez mais competitivo.
Gabi conta como começou a carreira com o objetivo de trabalhar em VC, em um momento em que a indústria brasileira ainda era muito pequena. Depois de uma passagem pela área de produto do Dr. Consulta, ela entrou no BTG, onde atuou em diferentes frentes até assumir a cadeira que desejava desde o início da trajetória profissional.
A conversa também passa pela transformação do BoostLab, que deixou de ser apenas um programa de mentorias e se tornou parte da estratégia de venture capital da área de capital privado do banco. Hoje, o programa realiza investimentos padronizados em startups e busca construir um grupo qualificado de empresas que possam receber cheques maiores ao longo da jornada.
Na parte final, Gabi discute os cuidados necessários diante da euforia em torno da inteligência artificial, os critérios usados para avaliar a defensabilidade de startups AI native e um dos maiores desafios da indústria: não apenas investir em boas empresas, mas encontrar ativos com liquidez e potencial real de saída.
A euforia não pode nos encantar demais. Não adianta ser só uma boa solução. Tem que entender se aquele investimento tem liquidez



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