Bruno Maimone e a oportunidade que a Warburg Pincus enxerga no mercado privado do Brasil

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Bruno Maimone e a oportunidade que a Warburg Pincus enxerga no mercado privado do Brasil
Bruno Maimone e a oportunidade que a Warburg Pincus enxerga no mercado privado do Brasil

Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon conversa com Bruno Maimone, Managing Director e Head do escritório brasileiro da Warburg Pincus, sobre growth equity, a tese da firma para tecnologia e serviços financeiros, e como a visão global se adapta à realidade brasileira.

Bruno conta como saiu do banco de investimento, onde passou cerca de sete anos em M&A, rumo ao mundo dos investimentos privados por volta dos 27 anos em busca de estar mais perto da decisão de investir e de continuar vivendo os negócios depois que o cheque é feito. No caminho, descobriu que sua maior crença inicial estava equivocada: investir é, acima de tudo, um negócio de relacionamento e de gente.

A conversa também passa pela tese da Warburg Pincus, uma das gestoras de private equity mais antigas do mundo, com 60 anos de história e foco em líderes de categoria em modelos B2B de software, dados e infraestrutura. Bruno explica como esse playbook é adaptado ao Brasil, onde o portfólio é mais voltado a SMB e concentrado em tecnologia e serviços financeiros, com empresas como Blip, Sólides, Contabilizei, Jusbrasil e Matera.

Na parte final, Bruno discute defensabilidade na era da IA e o papel da incumbência como vantagem competitiva, os setores brasileiros com maior potencial de transformação — como business services e saúde —, e como investidores deveriam encarar venture e growth enquanto classe de ativo: construindo um "programa" de longo prazo, com diversificação de estágio e de vintage.

Um dos principais aprendizados do nosso negócio é que ele é um negócio de gente
Daniel Chalfon

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Daniel Chalfon

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