Nos últimos anos, marketing e vendas deixaram de ser funções lineares e viraram sistemas distribuídos. Houve uma evolução da maturidade de marketing nas empresas menores e, ao mesmo tempo, uma fragmentação dos canais. Com isso, surgiram dezenas de ferramentas para gerenciar cada canal, e pequenas e médias empresas passaram a operar com stacks estruturalmente fragmentados.
Na prática, em uma empresa de e-commerce, a jornada do cliente está cada vez mais multicanal: ele vê algo no site, tira dúvidas sobre um cupom no Instagram e, depois de ver um anúncio, quer fechar a compra pelo WhatsApp.
Em uma operação como essa, os dados de automação de marketing, usados para enviar e-mails de campanhas e promoções, raramente são integrados com os dados transacionais e com as conversas em redes sociais e WhatsApp. Normalmente, cada conversa é tratada de forma independente. Quem nunca recebeu uma campanha completamente desconectada do seu comportamento como consumidor?

E esse não é um caso isolado de e-commerces. Clínicas médicas, por exemplo, geralmente não capturam nem integram conversas do WhatsApp com o histórico de atendimento do paciente. Nos melhores cenários, há integrações com a agenda, mas a jornada ainda fica fragmentada. Em imobiliárias, mesmo depois de clicar em um anúncio, o cliente precisa explicar novamente o que busca aos corretores, que por sua vez raramente são bons em follow-up.
Cada sistema e canal conhece uma parte da história. Ninguém conhece o cliente por inteiro. E isso se repete em diversos mercados e segmentos.

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